segunda-feira, 4 de abril de 2011
Prosa Poetica
Vamos Chegando
No céu das andorinhas
a tarde esta morna
Passe do portâo
Não precisa bater palmas
Sim Senhora!
O portão não tem trinco.
Veja no jardim tem roseiral
...A primavera ainda não tem flores.
Entre... Entre Seja Bem Vinda
No capacho espreguiça o gato!
Gosta de miar, Mas não arranha.
Se não sair, pule por cima.
A porta esta só encostada, puxe o trinco.
Ah, a vizinha?
Coitadinha, gosta de ficar ai atrás do roseiral,
escondida a espiar...
Não liga Não.
A velhinha se diz bruxa e saber muitos segredos...
Não liga Não; é gente bôa!
Mas... Entre... Por favor...
Vamos lá pra cozinha, jogar conversa fora;
Tomar um café fresquinho e beliscar o pâo de milho.
Tá servido?
Pode chegar!
.Anna Ribeiro!
** Pintura acrilica s/ Telado/ criação própria.
domingo, 3 de abril de 2011
ALDRAVIA/ Acrósticos
POETAR
P- Porém
O- Ontem
E- Escrevi
T- Teu
A- Acróstico
R- Rimando
2-
P- Porém
O- Ontem
E- Escrevi
T- Teu
A- Acróstico
R- Rimando
2-
IRONIA
I- Ilusões
R- Restos
O- Ontem
N- Nessa
I - Ironia
A- Amorosa
***
ALDRAVIA
Aldravia Simples
nº1
Silêncio
Dobrado
Continuo
Chorando
Meu
Destino
nº2
Rabisco
Letras
Riscadas
Tortas
Cairam
Saudade
nº3
Sonhos
Derramei
Amarras
Ficou
Saudade
***
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Fábula- A Galinha Soberba
Vovó Ditinha morava em um sitio que ficava alguns quilometros da cidade.
De todos os afazeres do sitio Vovó gostava mesmo era de cuidar de seu galinheiro,tinha um xodo por suas galinhas vermelhas.
Mas o que Vovó não sabia é que suas cocoricós eram muito faladeiras e cocoricavam o dia inteiro, Vovó também não sabia que entre elas tinha uma galinha toda cheia de si!
A tal galinha ia pelo galinheiro gabando-se aos quatro cantos seus feitos e vaidades
A tal galinha ia pelo galinheiro gabando-se aos quatro cantos seus feitos e vaidades
Dizia que seu ciscar era melhor!
Seus ovos eram os mais bonitos!
Suas penas as mais brilhantes!
Seus pintinhos eram os mais lindos do terreiro!
Que seu Cocoricar era um belo sonoro musical!
Assim tornou-se a Cocoricó Soberba do galinheiro.
Seus ovos eram os mais bonitos!
Suas penas as mais brilhantes!
Seus pintinhos eram os mais lindos do terreiro!
Que seu Cocoricar era um belo sonoro musical!
Assim tornou-se a Cocoricó Soberba do galinheiro.
Os comentários não a incomodavam, no seu ver haveria de ser pela admiração que todos tinham por ela.
Certo dia vovó Ditinha como de costume ao recolher os ovos, percebeu que algo estava acontecendo no galinheiro.
Pois suas galinhas vermelhas estavam tristonhas e nos cestos não haviam tantos ovos como normalmente recolhia.
Vovó ficou cismada!
Dali por diante passou a vigiar o galinheiro com mais atenção.
Foi então que viu uma Cocoricó toda empinada, batendo as asas como uma rainha a desfilar!
Ainda,sabe-se lá como!, Ostentava no peito um colar, que por seu brilho parecia uma medalha de ouro!
Enquanto isso; As outras Cocoricós estavam encolhidas junto a cerca e ainda eram obrigadas a aplaudirem o desfile da Soberba, por medo de suas bicadas maldosas!
Vovó indginada e penalizada, embora a contra gosto, resolveu dar um jeito aquela situação retirando a galinha soberba colocando-a num cercado a parte.
O que a tal exibida, pensou estar sendo privilegiada!
Com o passar dos dias a galinha Soberba sem ter o galinheiro como palco de seus desfiles,sentiu o peso da solidão!
Só então reconheceu o motivo de seu isolamento, mas dai..
Vovó ficou cismada!
Dali por diante passou a vigiar o galinheiro com mais atenção.
Foi então que viu uma Cocoricó toda empinada, batendo as asas como uma rainha a desfilar!
Ainda,sabe-se lá como!, Ostentava no peito um colar, que por seu brilho parecia uma medalha de ouro!
Enquanto isso; As outras Cocoricós estavam encolhidas junto a cerca e ainda eram obrigadas a aplaudirem o desfile da Soberba, por medo de suas bicadas maldosas!
Vovó indginada e penalizada, embora a contra gosto, resolveu dar um jeito aquela situação retirando a galinha soberba colocando-a num cercado a parte.
O que a tal exibida, pensou estar sendo privilegiada!
Com o passar dos dias a galinha Soberba sem ter o galinheiro como palco de seus desfiles,sentiu o peso da solidão!
Só então reconheceu o motivo de seu isolamento, mas dai..
MORAL da História: O Soberbo sempre ensurdece a voz da prudência!
Anna Ribeiro.
terça-feira, 29 de março de 2011
Pobre colombina
No picadeiro da vida 
Das vezes ou quase sempre
Repete a mesma cena
Tal como artista
Dos versos que sabe décor
Em corda bamba
Recita o seu amor ao Pierrô
No seu recitar
Onde é a protagonista
Ninguém vê a sua dor
No palco sem artifícios
Não desiste...
Neste quase retrato da alma
Em seu intimo
A eterna Colombina
Apenas deseja no amor
A Ribalta de seus sonhos.
Anna Ribeiro.
Varal dos Sonhos

Preso no varal,
Em prendedores de sonhos
Meus versos verdades.
Destes esquecidos...
No tempo da indiferença,
No quintal da esperança
Pendurados em fios farpados
Ficaram os versos da saudadade.
Anna Ribeiro.
segunda-feira, 28 de março de 2011
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